São 500 jovens participando da Missão Calebe na Associação Catarinense. Em Praia Grande/SC, sul do Estado, estão 30 deles, empenhados em ajudar ao próximo. "As minhas férias eu dediquei totalmente a Deus. Vendi 10 dias e os outros 20 estou ficando aqui na Missão Calebe. Na sexta-feira, dia 6 eu parei de trabalhar e já no dia 7 estava em Florianópolis para o treinamento do projeto. Eu volto ao trabalho nesta segunda, um dia depois de ter terminado a Missão Calebe. Eu tinha me programado para ficar na última semana em casa, descansando, mas desisti. Está mais interessante aqui, ajudando muitas pessoas", comenta o jovem Tiago Agustinho Martins, de Imbituba.Mas além de ajudarem o próximo, eles estão se encontrando com Cristo. É o caso da adolescente Bruna Carvalho, que durante boa parte de 2011 ficou longe de Deus. "Eu tinha vontade de morrer, me cortava bastante, tanto que hoje tenho cicatrizes. Estava com depressão profunda. Os problemas vieram e eu não tive força para ficar firme. Até porque eu me distanciei de Deus". Ela relata o que a influenciou a ficar longe de Cristo: "Os amigos tiveram grande influência. Eu acabei fazendo coisas que eles faziam. Como ouvir músicas que não agradavam a Deus e usar roupas e maquiagens que entristeciam ao Senhor. E assim com essas coisas eu fui abrindo as portas do meu coração para o pecado".
Apesar de estar longe de Cristo, se inscreveu na Missão Calebe quando foi no Congresso Jovem, e esse foi o passo para Cristo mudar sua vida, como ela relata. "Eu ia na psicóloga, tomava remédios e nada adiantava. Tudo que faziam comigo só piorava, além de estar longe de Deus. Mesmo assim aceitei ser uma calebe, e após isso, em uma sexta-feira à noite, senti algo muito incrível do meu coração que nunca tinha sentido com tanta intensidade. Eu senti o Espírito Santo tocando no meu coração. Eu senti Jesus estendendo sua mão e dizendo assim pra mim: ?Bruna, levanta-te e anda".
Foi aí que ela mudou. Jogou foram tudo que a deixava longe de Jesus: "Excluí todas as músicas mundanas do meu computador. Me distanciei dos amigos que só me deixavam pior. Joguei fora roupas curtas e maquiagens fortes. Eu senti que tinha que aceitar o milagre que Ele iria fazer na minha vida".
E essa mudança foi completa quando chegou em Praia Grande para ajudar ao próximo, ser uma calebe. "Eu me senti curada pelo Espírito Santo, por Deus. Eu vi que não era terapia psicológica que ia me melhorar, não era remédio, não era viagens e nem roupas. Era eu fazer o bem, sem olhar a quem, que a cura foi tomando conta do meu ser".
Bruna finaliza dizendo o que é ser uma adolescente missionária: "Ser calebe pra mim é sacrificar as minhas férias e botar Deus em primeiro lugar na minha vida. Essa foi minha decisão e está mudando completamente minha vida. Eu vi que depois que a gente abandona o nosso eu e Deus toma conta da nossa vida, nada atrapalha".
Fonte: http://www.usb.org.br




tuais que o cartão exige", conta Fábio Mafra.


